As folhas em pêndulos
Antenor Rosalino
Blog do Antenor Rosalino
Antenor Rosalino
Em sua admirável atuação,
O representante do agronegócio
Utiliza estratégias junto a seus fornecedores
Sempre no afã de beneficiar seus clientes
Com as melhores ofertas de mercado.
No fluir de cada dia tece e cultiva a vida
Sempre atento à diversidade das sementeiras
E da admirável genética bovina,
Abraça assim a pureza vinda dos campos
Como o sonho de um sorriso no ar.
Louve-se o representante do agronegócio
Que, com sua abnegada dedicação
Facilita negociações e brilha em sua lida
Como uma primavera que floresce
E transcende como os lírios campestres.
Antenor Rosalino
Homenagem em especial ao meu filho
Fernando Ulisses.
No jardim da existência,
A atuação do psicólogo em
sua lida
Configura-se como uma
dádiva.
Tão imensa é a responsabilidade
Que o enriquece ainda mais
Como ser humano em sua sina.
Sempre com afável
dedicação,
Suaviza pensares do
subconsciente,
Ajudando o próximo em seus dilemas
E questões existenciais,
Desenvolvendo amor e compaixão
Num exercício abnegado e divinal.
Em sua passagem pela vida,
Ciclos se abrem proporcionando
Descobertas do universo humano
Num silenciar com a luz
Em primaveril encanto de alma.
Antenor Rosalino
DAVI, MEU NETO
A poesia viaja na minha alma,
E desenho no céu da existência
O teu sorriso largo e aberto
Davi, meu amado neto!
Ainda que eu não viva o bastante
Para presenciar as dádivas de tua
vida,
Estarei em outro plano a velar
Todos os teus momentos.
Dar-te-ei a minha essência mais pura,
Para ver o teu caminho iluminado.
E por ti serei plena responsabilidade
Em tua busca por vinhas divinizadas.
Que teu caminho seja bordado
Pela luz da esperança,
Das nuanças do bem viver
Em um mundo de bonanças.
E em candelabros de emoções
Sejam teus sonhos abençoados
Para que nunca se desfaça
O sorriso de tua face.
Antenor Rosalino
(Foto do Davi, aos 6 anos de idade).
Homenagem à minha netinha Lívia
Nesse dia o mundo se descortina para
Lívia, minha segunda netinha,
Que nasce repleta
de amor
E vem povoar seu
lar com esperança.
Ser avô é sentir essa felicidade
De voltar a ser
criança.
Assim me sinto e a
vejo
Como uma estrelinha
refletindo sua luz
Por onde sua
presença divaga.
Ainda que eu
tivesse um coração de pedra
Não resistiria a
esse momento.
E me sentiria bem
mais dócil
Para desfrutar
comovido de sua companhia.
No encanto de um poema
Desprendo-me de
cansaços
Sinto-me vivo em
cena inocente e pura
E lhe
desejo um viver feliz
Nas asas leves das
auroras.
Antenor Rosalino
(Foto da Lívia aos 4 anos de idade)
Homenagem à minha netinha primogênita
ODE À LORENA
Sob um céu claro e límpido,
Quando as flores outonais
Ostentavam o seu fascínio,
Nasceu Lorena!...
Fruto de amor perfeito
E laureada de bênçãos divinais,
Brinda o lar e a vida
Com pureza cândida, sublimar!
A sua inocente luminescência,
Dissemina alegria nos fulgores das auroras.
E assim florescerá a sua vida,
Regada a pétalas de rosas.
Que os dias que a esperam
Sejam glorificados pelo mesmo amor e paz
Que imperam no aconchego
E no conforto do seu lar.
Antenor Rosalino
(Foto da Lorena aos cinco anos de idade)
Neste dia em que a inspiração
Eflui em mim, inusitada,
Veio-me num átimo de encanto
As lembranças das nossas vidas
E tudo o que vivenciamos
E aprendemos com alegria.
Tantas foram as emoções
Que, para exteriorizá-las
Como eu as sinto nas vísceras,
Meus versos não podem conter ágmas;
Necessitam da mesma pureza
Que eternizam deuses, crisálidas!
Tenho a alma plena, meus filhos,
De profunda gratidão,
Pela dadivosa experiência
De tê-los no coração.
E assim seremos sempre unos,
Mesmo entre implexos, desvãos...
Nossos momentos felizes serão
Como lendas perpétuas na memória
Vicejando e permeando
Certas inglórias, mas muitas vitórias.
Sentimos a senda divina
E construímos felizes histórias.
Volto o pensamento aos céus
Pedindo a Deus proteção
Aos teus sonhos felizes de paz,
E que o legado da minha intenção
Possa exemplá-los sempre mais
Para a paz em construção.
A vida segue ininterrupta
Como rios buscando mares longínquos,
E assim seguimos nosso caminho,
Longe dos abismos de descaminhos,
Até mesmo quando os ocasos
Efluem lágrimas em nossos ninhos.
Antenor Rosalino
(Natal de 2010)