domingo, 24 de fevereiro de 2013

ESPINHOS DE UMA ROSA


                      
                                  
              Caminhando em veredas e recantos,
              Procurei revelar o belo
              Na poesia mais cândida e pura
              E sentir, intensivamente,
              Todas as emoções presentes.

              Amei uma linda rosa
              Que em noites hibernais
              Soluçava melodias
              No seio dos roseirais!

              Um doce encantamento
              Segregando-se de minha alma
              Alimentava os meus sonhos
              No esplendor da madrugada!

              Amei essa linda rosa
              Que em perfídia repentina,
              Num ato vil, insensível,
              Feriu-me com seus espinhos...

              Desde então a poesia
              Incrustada no meu âmago,
              Revela apenas o triste
              Em fragmentos de pranto!


       Autoria:  Antenor Rosalino


3 comentários:

  1. "No seio dos Roseirais", sem tréguas, a flor te espinhou! E tua poesia, toda majestosa levantou-se e não rendeu-se à morte! Ramadas vieram, e o Amor se refez em margaridas insones! Amado Antenor, essa poesia é UMA DAS MAIS LINDAS QUE JÁ PUDE LER, hoje! Teu estro poético me surpreende, a cada página, e apaixonada, fico a admirar-te, sob fios de linhas douradas. Parabéns, querido! Te amo, beijo da tua eterna Luiza

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  2. "No seio dos Roseirais", sem tréguas, a flor te espinhou! E tua poesia, toda majestosa levantou-se e não rendeu-se à morte! Ramadas vieram, e o Amor se refez em margaridas insones! Amado Antenor, essa poesia é UMA DAS MAIS LINDAS QUE JÁ PUDE LER, hoje! Teu estro poético me surpreende, a cada página, e apaixonada, fico a admirar-te, sob fios de linhas douradas. Parabéns, querido! Te amo, beijo da tua eterna Luiza

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  3. Com sentimento ímpar de comoção e agradecimento meu pensamento se eleva em sonhos ao ler suas letras tão cândidas, que tanto me estimulam e em fazem bem, adorável Lu. Até os seus comentários possuem poética invulgar, daí a razão do cognome que lhe atribuí de diva da poesia que tanto amo. Obrigado sempre e um beijo do seu eterno Antenor.

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