sexta-feira, 29 de março de 2013

Soneto das Rosas



                                            



Nos mais longínquos rincões
E nos mais belos jardins,
Desabrocham-se lindas rosas
Inocentes sobre o chão!
Debruçando os seus encantos,
Induz-nos dendrolatria,
Exalando o seu perfume...
Enfeitando nossos dias!

Quando assim, formosa e bela,
É aviltado o seu encanto:
Espelho da vida!

Maculado o seu fetiche...
Cai por terra num suspiro,
Deixando a vida mais triste.


Autoria:  Antenor Rosalino

Imagem da Internet

2 comentários:

  1. Aprecio por demais tua estética, sob versos tão cândidos e absolutamente perfeitos, nessa ODE às Rosas, és mestre, és Meu Poeta Maior! Ficou tão embelezado teu poema, que ficará como moldura em meu quarto de escrever, permite meu Amado? Meus parabéns, beijo-te com amor e profunda admiração, tua eterna Lu!

    ResponderExcluir
  2. Os teus comentários me induzem a aperfeiçoamentos, Luiza. Comovem o meu coração e me sinto sempre muito honrado com tua apreciação aos meus escritos. Ter este poema afixado em teu quarto de escrever é ter minha alma abraçada pelas centelhas de luz da tua aura de diva da poesia. Muito obrigado, minha querida e receba também um beijo amorável com a mesma admiração do teu eterno Antenor.

    ResponderExcluir