sábado, 2 de março de 2013

Amor Materno

                           


                                             
Não há nada comparável
Entre amores sempiternos,
A essa afeição indelével
Do infinito amor materno.

Carregando o frágil filho
Em seu colo de veludez,
Não há mácula: só encanto
Nessa terna languidez!

A sua presença ornamenta
Os douros palaciais;
Com a mesma dimensão consola
Os casebres em seus ais!

Sua sapiência infinda
Ensina-nos o bem viver...
Seu amor despretensioso
É luz no anoitecer!

Oh, minha mãe querida!
Já não a tenho comigo,
Mas minha prece eterniza
O amor que lhe dedico.

Em meus sonhos mais queridos,
Oferto-lhe as mais belas flores!
Fecho as pálpebras num sorriso,
Dando-lhe beijos na fronte...


                            
           Autoria:  Antenor Rosalino


           (Este poema serviu como epígrafe
           de monografia de uma formanda no
           Curso de Psicologia da Universidade
           Federal de Campo Grande/MS em 2007)

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