terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Estrada Aberta



                                                               
Ao longo da estrada aberta,
Palmilho na alegria das manhãs de sol,
A terra fresca de gramas verdes, orvalhadas!

Busco o limiar, onde o horizonte abraça a vida,
Doura o curso dos dias
E impulsiona, em doce frenesi,
O meu pulsante coração!

Não tenho olhos para a desventura.
Como posso desviar o olhar
Da magia de um céu
Emoldurado de ternura?

Esse caminho de luz
Enternece-me de gratidão,
Alegrando o meu caminhar
Pelas veredas do amor
Fundamentado na razão.



Autoria: Antenor Rosalino

Imagem da Internet

2 comentários:

  1. Amado Antenor: Quanta ternura e beleza de fazem em versos, dourados pela tua lira Afiada! Desventura, jamais! Pois, que teu coração é pura ternura de Poeta Maior, a quem tanto amo e admiro, com a exata medida do IMENSURÁVEL!!! Beijo da sua eterna Lu!

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  2. Na imensidão da estrada aberta os meus olhos fazem festa ao encontrar o teu acolhimento amorável que tanto me comove, adorável Luiza. Se há douros em minha poética é reflexo do que vem de ti, que é a diva da mais alta poesia existencial e fecunda os meus dias com lirismo sem igual. Com profundos agradecimentos, receba um beijo imenso do teu eterno Antenor.

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