sexta-feira, 15 de novembro de 2013

HORIZONTE LIBERTO




                                         

A tarde traz fulgores de uma poesia ébria.
Em faiscantes mimos.
Os passarinhos gorjeiam entre penumbras
Num ritual de cândida magia!

Pela fresta da janela entreaberta,
Vislumbro o sol da liberdade
Num horizonte longínquo
Onde perpetuam os momentos findos.

Purifico o meu pensar nostálgico
Nesta hora de plena harmonia
Da minha alma liberta
Com o esplendor da poesia!

Renasço a cada momento
Incólume ao passado,
Nem os meus cabelos brancos
Retratam difusas mágoas.

Os sonhos fragmentados
Já não invadem minha alma
E meus olhos são desertos
Por não possuírem mais lágrimas.



Autoria:  Antenor Rosalino

Imagem da internet



2 comentários:

  1. Meu Amado Antenor: Estou de malas prontas" Quase chegada a hora de me esconder! Contemplo todo teu caminhar e nele desejo Estar! Vejo Sempre a Tua Imagem e Sinto que Não Devo Parar! Meus dedos já estão no Leme! E Meus Olhos, que em Teu Horizonte, insistem Navegar! "A ébria poesia", que vejo da fresta da minha janela! Perpetua Nosso Presente Amor! E liberta Tua Alma em Tão Cândida Poesia, Desfraldando Nosso Amor! Meu Beijo de Eterna Gratidão e Admiração que lhe Tenho. Sua eterna Lu

    Dois horizontes fecham nossa vida: (Machado De Assis)
    Um horizonte, — a saudade
    Do que não há de voltar;
    Outro horizonte, — a esperança
    Dos tempos que hão de chegar;
    No presente, — sempre escuro, —
    Vive a alma ambiciosa
    Na ilusão voluptuosa
    Do passado e do futuro.

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    1. Adentrar-me-ei no silêncio do teu recôndito onde contigo haverei de estar, adorável Luiza, e seremos guardiões do amor maior que nos permeará pela vida afora. Obrigado sempre e um beijo do teu eterno Antenor

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