sábado, 9 de julho de 2016

DESPEDIDA



     Não houveram lágrimas
     Nem soluços súplices
     Sufocando nossas ágmas

     Foram momentos findos
     Sob estrelas tristes
     Pairando olhares lindos!

     Permeando olores carmim,
     Pranto, tu descoloristes
     Nosso arrebol carmesim.



Autoria: Antenor Rosalino

Imagem da internet



2 comentários:

  1. Meu Amado Antenor: Da Despedida pode ser dolorida, se almas estão intrinsecamente ligadas. Ou se os afins se reencontram sob vários adeuses, que um dia findarão! São estações constritas num horizonte perdido! Ficam as utopias desesperançadas! Arremata-se o final, sob algo nada trágico! Mas, aqui em teu poema, fartos versos de beleza ímpar - sob a cândida luz - dum expressivo lirismo, inteligente e extremamente sensível! Parabéns, meu amor! Beijo grande da sua eternamente, Lu

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  2. Bom dia, adorável Lu, o teu comentário tão belo e sábio, induz à reflexão, principalmente em tua exaltação sobre a possibilidade das pessoas afins se reencontrarem à guisa do cumprimento das leis do amor eterno que rege o Universo. A tua sapiência me encanta tanto quanto o lirismo e o teu jeito cristalino e puro de ser. Receba os meus agradecimentos com um beijo dos mais amantíssimos do teu eterno Antenor

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